Onde está o emprego nos países da Europa

Estás a pensar trabalhar noutro país europeu? Para cada um dos 32 países – os 27 países da UE, mais a Islândia, o Listenstaine, a Noruega, a Suíça e o Reino Unido – encontras os principais números do mercado de trabalho, onde está o emprego, como te candidatares, salários e condições de trabalho, trabalhos para estudantes e o que fazer nas primeiras semanas. Conselhos gerais sobre a procura de emprego, o CV e os teus direitos: Como encontrar emprego no estrangeiro – 10 guias práticos »

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Alemanha

A Agência Federal de Emprego (Bundesagentur für Arbeit, BA) analisa todos os anos que profissões têm falta de trabalhadores qualificados. Na análise relativa a 2025, encontrou 157 profissões em falta (163 em 2024). Cerca de metade de todas as vagas comunicadas à BA eram nestas profissões. As maiores carências estão em:

  • cuidados e saúde – enfermagem e outras profissões de saúde,
  • construção e ofícios qualificados,
  • cozinheiros e motoristas profissionais,
  • educadores de infância (Erzieherinnen und Erzieher),
  • novas na lista: técnicos de topografia e trabalho social.

Bom saber se trabalhas em informática: em 2025, a BA deixou de encontrar falta de pessoal no desenvolvimento de software, nas vendas de informática e no corte de metais – por isso, a concorrência para estes empregos é maior do que há alguns anos.

O relatório EURES sobre carências de mão de obra de 2025 também indica, para a Alemanha, profissões como contabilistas, mecânicos de ar condicionado e refrigeração, padeiros, eletricistas da construção e carpinteiros e marceneiros. No verão, a agricultura contrata trabalhadores sazonais para as colheitas – a legislação laboral alemã, incluindo as férias pagas, também se aplica a eles.

Áustria

O sinal oficial mais claro de onde faltam trabalhadores é a lista de profissões em falta. Para 2026, o governo indica 64 profissões em falta a nível nacional (Regulamento dos Trabalhadores Qualificados 2026, BGBl. II n.º 316/2025) – profissões em que há menos de 1,5 candidatos a emprego por cada vaga registada no AMS. Entre elas:

  • saúde e cuidados – enfermeiros diplomados, auxiliares de enfermagem, médicos, especialistas médico-técnicos,
  • engenharia e informática – engenheiros licenciados em engenharia mecânica, eletrotécnica e de telecomunicações, processamento de dados (informática) e física técnica; técnicos de projeto, de vendas, de assistência e de plásticos,
  • ofícios qualificados e construção – eletricistas, canalizadores, telhadores, carpinteiros, marceneiros, soldadores, serralheiros, mecânicos de automóveis, pintores,
  • educação – educadores de infância,
  • ferrovia e turismo – maquinistas, controladores de circulação, cozinheiros de restaurante.

Além disso, cada estado federado (exceto Viena) tem a sua própria lista regional. O turismo também contrata muitos trabalhadores sazonais para as épocas de inverno e de verão – em hotéis, restaurantes e estâncias de esqui.

Para recém-diplomados, as melhores oportunidades estão nas áreas técnicas, na informática e na saúde. Alguns empregadores publicam anúncios em inglês e aceitam candidaturas em inglês – mas, na maioria dos empregos e no dia a dia, o alemão faz uma grande diferença.

Bélgica

Cada região publica a sua própria lista de profissões em falta (knelpuntberoepen / métiers en pénurie):

  • Flandres – as 10 profissões em falta mais persistentes do VDAB em 2026: contabilista, orçamentista de construção, eletromecânico industrial, operador-preparador de máquinas de maquinagem, trabalhador de horticultura, técnico de máquinas de construção, agrícolas e de elevação, responsável de manutenção industrial, enfermeiro, motorista de pesados e diretor de obra.
  • Valónia – o Le Forem indica 144 profissões em falta para 2026. A construção lidera, com 38, seguida da tecnologia industrial e da saúde e ação social (19 cada). As vagas mais difíceis de preencher são as de ajudante de apoio domiciliário, farmacêutico e telhador; a lista inclui também motoristas de autocarro, enfermeiros, pedreiros e vigilantes.
  • Bruxelas – o Actiris tem uma visão geral das profissões que estão a recrutar (em francês).

Para o país no seu conjunto, o EURES aponta a saúde, a educação, a construção e a informática como setores com falta de pessoal, com grande procura de técnicos de ciências e engenharia e de trabalhadores da construção. Na Flandres, é especialmente difícil encontrar enfermeiros, outros profissionais de saúde e cuidadores.

Para recém-diplomados, as melhores oportunidades estão nos empregos técnicos e de engenharia, na enfermagem, na informática e na contabilidade – e, em Bruxelas, falar francês e neerlandês ajuda muito.

Bulgária

O panorama mais recente das carências de mão de obra a nível da UE – o relatório EURES sobre carências e excedentes de mão de obra 2025 (Autoridade Europeia do Trabalho, junho de 2026) – indica para a Bulgária mais de 100 profissões, entre elas:

  • saúde e cuidados – enfermeiros, parteiras, dentistas, farmacêuticos, fisioterapeutas, terapeutas da fala, auxiliares de saúde,
  • informática – programadores de software, programadores de aplicações, analistas e administradores de sistemas, designers de bases de dados, técnicos de TIC e gestores de serviços de TIC,
  • engenharia – engenheiros civis, mecânicos, eletrotécnicos, eletrónicos, químicos e industriais, e técnicos de engenharia,
  • educação – professores do ensino básico, secundário e profissional,
  • ofícios qualificados – pedreiros, eletricistas, carpinteiros, canalizadores, telhadores, chapeiros, soldadores,
  • transportes e hotelaria – motoristas de autocarro, de elétrico e de pesados; cozinheiros, empregados de mesa, barmen, padeiros, ajudantes de cozinha.

Para recém-diplomados, a lista aponta para a informática, a engenharia, a saúde e o ensino. Também há procura de contabilistas e de representantes comerciais.

Chipre

Segundo o EURES (fevereiro de 2025), os grupos profissionais com maior falta de pessoal em Chipre são:

  • profissionais de TIC,
  • trabalhadores da construção e ofícios afins (exceto eletricistas),
  • pessoal de limpeza e ajudantes.

Os setores que deverão crescer são o turismo, a tecnologia, a saúde e as energias renováveis; o EURES aponta o FOREX (negociação de divisas) e o apoio informático como os setores que mais crescem. Em 2023, a taxa de vagas foi de 2,8% no total – mais alta no alojamento e restauração (5,3%), nas atividades administrativas e de apoio (3,9%) e nos transportes e armazenagem (3,5%).

Trabalho sazonal: o turismo e a agricultura dependem muito de pessoal sazonal. A maioria dos candidatos da UE que encontram trabalho sazonal no turismo trabalha com acordos privados com os empregadores por um período fixo, normalmente de abril a novembro.

Croácia

A visão geral mais recente sobre a falta de mão de obra em toda a UE – o relatório EURES sobre falta e excedente de mão de obra 2025 (Autoridade Europeia do Trabalho, junho de 2026) – aponta, para a Croácia, sobretudo ofícios qualificados:

  • construção – pedreiros, telhadores, assentadores de pavimentos e azulejos, trabalhadores de isolamento, pintores, trabalhadores de betão, serventes da construção, operadores de gruas,
  • instalação e reparação – canalizadores e instaladores de tubagens, eletromecânicos e montadores elétricos, mecânicos de ar condicionado e refrigeração, mecânicos de automóveis, mecânicos de máquinas agrícolas e industriais, técnicos de reparação de eletrónica,
  • metalurgia – soldadores e oxicortadores, chapeiros, serralheiros de estruturas metálicas, preparadores e operadores de máquinas-ferramentas,
  • técnicos e TI – técnicos de engenharia eletrotécnica e eletrónica, programadores web e multimédia.

O turismo contrata pessoal sazonal todos os anos: o Serviço de Emprego da Croácia (HZZ) tem um portal próprio para empregos sazonais – barmen, empregados de mesa, cozinheiros, rececionistas e empregados de quartos, sobretudo em localidades da costa do Adriático.

Para recém-diplomados, a lista aponta para as TI e a tecnologia de engenharia. O HZZ mantém também uma lista de profissões em que os empregadores não precisam de teste ao mercado de trabalho quando contratam trabalhadores de fora da UE.

Dinamarca

O EURES indica os setores com falta de mão de obra na Dinamarca: construção, informática, engenharia, hotelaria, restauração e catering, e saúde.

O Workindenmark, o serviço público de recrutamento internacional, indica dez setores com boas oportunidades de emprego para candidatos qualificados e altamente qualificados:

  • engenharia, TIC e robótica, ciências da vida,
  • negócios e finanças, saúde,
  • serviços e hotelaria, indústria transformadora,
  • transportes e logística, construção e energia verde.

O relatório EURES sobre carências de mão de obra de 2025 indica, entre outras, como profissões em falta na Dinamarca: chefes de cozinha, padeiros e pasteleiros, motoristas de autocarro e de elétrico, educadores de infância e gestores na aquicultura e nas pescas.

Eslováquia

Segundo o EURES, a maioria das vagas na Eslováquia está nos transportes, na saúde e na armazenagem, e há uma procura constante de trabalhadores na indústria automóvel e na engenharia. A Eslováquia recruta ativamente profissionais de saúde, especialistas em informática (também para trabalho remoto) e trabalhadores da logística.

Os grupos profissionais com maior falta de pessoal em 2024 foram os operadores de máquinas e instalações, os trabalhadores da construção e afins e os motoristas. Exemplos das regiões:

  • Bratislava – informática, saúde, construção, serviços e comércio,
  • Trnava, Trenčín e Nitra – soldadores, serralheiros, operadores de montagem e de produção, torneiros CNC, engenheiros, técnicos, eletricistas, enfermeiros, motoristas de camião,
  • Žilina e Banská Bystrica – eletricistas, canalizadores, enfermeiros, médicos, serralheiros, trabalhadores da construção,
  • Prešov e Košice – soldadores, montadores de máquinas, especialistas em engenharia, médicos, enfermeiros, cozinheiros, motoristas de autocarro e de camião.

O centro de emprego (ÚPSVaR) publica também uma lista oficial de profissões com falta de mão de obra (zoznam zamestnaní s nedostatkom pracovnej sily).

Eslovénia

O sinal oficial mais claro de onde falta pessoal é o barómetro das profissões (Poklicni barometer) do Serviço de Emprego da Eslovénia (ESS). Para 2026 indica, entre outras, estas profissões em falta:

  • saúde e cuidados – médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes pessoais, trabalhadores de apoio social,
  • educação – professores do ensino básico e secundário, psicólogos e orientadores escolares, educadores de infância e respetivos auxiliares,
  • engenharia – engenheiros civis, mecânicos, eletrotécnicos e eletrónicos; também veterinários,
  • serviços às empresas e serviços sociais – especialistas em logística, recursos humanos, serviço social, contabilidade e auditoria,
  • ofícios, transportes e turismo – telhadores e carpinteiros, motoristas de pesados, cozinheiros e empregados de mesa, triadores e distribuidores de correio.

No inquérito do ESS aos empregadores da primavera de 2026 (Napovednik zaposlovanja), 44,9% dos empregadores disseram ter tido dificuldade em encontrar candidatos adequados nos seis meses anteriores – sobretudo na saúde e serviços sociais, na hotelaria e restauração e na educação. Para o segundo semestre de 2026, os empregadores planeavam contratar sobretudo trabalhadores para tarefas simples na indústria, vendedores, motoristas de pesados, soldadores e pessoal de limpeza.

Para recém-licenciados, a lista de carências aponta para a saúde, a educação, a engenharia e os serviços às empresas. Na maioria destes empregos, o esloveno é indispensável.

Espanha

O EURES indica como grupos profissionais com mais falta de trabalhadores em Espanha os profissionais de saúde, os operadores de instalações fixas e de máquinas e os trabalhadores não qualificados da agricultura, floresta e pesca. As regiões acrescentam as suas próprias necessidades, por exemplo:

  • Catalunha – médicos especialistas, enfermeiros, mecânicos de automóveis, cozinheiros, programadores, motoristas de pesados,
  • Madrid – médicos de família, enfermeiros, canalizadores, empregados de mesa, pessoal de limpeza, pedreiros, soldadores e outros metalúrgicos, motoristas,
  • País Basco – motoristas de camião e pessoal de logística, eletricistas, canalizadores, pedreiros, engenheiros industriais, técnicos de eletrónica e de mecânica,
  • Galiza – empregados de mesa, pedreiros, cozinheiros, canalizadores, motoristas de pesados, soldadores.

O Catálogo oficial de Profissões de Difícil Preenchimento (Catálogo de Ocupaciones de Difícil Cobertura) do terceiro trimestre de 2026 inclui, em todas as províncias, eletricistas da construção, carpinteiros e montadores de alumínio, metal e PVC e operadores de gruas – além de profissões da marinha mercante e do desporto profissional.

A nível nacional, o EURES regista mais candidatos do que vagas entre profissionais de ciências e engenharia e técnicos de nível intermédio de gestão e administração – por isso, os diplomados nestas áreas enfrentam muita concorrência. A agricultura contrata trabalhadores sazonais para a vindima (setembro) e para a apanha da azeitona (dezembro/janeiro), e as regiões turísticas contratam muita gente em hotéis e restaurantes.

Estónia

Segundo a informação do EURES sobre o mercado de trabalho da Estónia (publicada em 2025, com base em dados do serviço público de emprego), os empregadores precisam de:

  • ofícios qualificados e indústria – trabalhadores da metalurgia, da maquinaria e ofícios afins, soldadores, mecânicos, operadores de máquinas, eletricistas,
  • TIC – profissionais de TIC altamente qualificados, como arquitetos de sistemas e programadores,
  • saúde – médicos e outros profissionais de saúde,
  • educação e cuidados – professores, terapeutas da fala, psicólogos e educadores de crianças com necessidades especiais.

Entre os setores em crescimento estão as tecnologias da informação, as atividades profissionais, científicas e técnicas, e a saúde e o apoio social.

Há mais candidatos do que vagas no trabalho de escritório e administrativo – técnicos de nível intermédio de gestão e administração, empregados administrativos, contabilistas, jornalistas e especialistas em relações públicas – e para trabalhadores não qualificados da construção.

Para recém-licenciados, as melhores oportunidades estão nas TIC, na engenharia, na saúde e no ensino.

Finlândia

A falta de mão de obra mais evidente na Finlândia está nos serviços de saúde e sociais. Em junho de 2025, o governo publicou esta lista de profissões com falta de mão de obra (Decreto 291/2025, em vigor até 11 de junho de 2026 – não encontrámos uma lista mais recente quando verificámos em outubro de 2026), nas quais quem tinha autorização de residência por trabalho podia mudar de emprego com mais flexibilidade:

  • médicos – clínicos gerais, médicos-chefes e médicos especialistas,
  • enfermagem – enfermeiros e auxiliares de enfermagem,
  • outras profissões de saúde – higienistas orais, audiologistas e terapeutas da fala,
  • indústria e serviços – operadores de processo na transformação de metais, bombeiros, trabalhadores de serviços funerários.

O EURES aponta os profissionais de saúde e os trabalhadores dos serviços pessoais como os grupos com falta de trabalhadores mais frequente a nível nacional. Os trabalhadores dos ofícios da construção (exceto eletricistas) aparecem tanto na lista de falta como na de excedente – depende da região. Há mais candidatos do que vagas para profissionais das áreas jurídica, social e cultural e para profissionais de ciências e engenharia.

Por isso, para recém-diplomados, as melhores oportunidades estão na saúde e nos serviços sociais; em muitas outras áreas a concorrência é forte e o finlandês ou o sueco ajudam muito. Nas ilhas Åland, é indispensável um bom sueco.

França

Segundo a informação do EURES sobre o mercado de trabalho, os empregadores franceses têm mais dificuldade em recrutar nestas áreas:

  • TIC – programadores, cientistas de dados, engenheiros de cibersegurança, especialistas em computação na nuvem,
  • saúde e cuidados sociais – médicos, enfermeiros, cuidadores,
  • construção e obras públicas – trabalhadores da construção, eletricistas, canalizadores, diretores de obra,
  • indústria e engenharia – engenheiros, técnicos, especialistas em automação e manutenção,
  • comércio e vendas – comerciais, gerentes de loja, pessoal de vendas online,
  • transportes e logística – motoristas, gestores de logística, operadores de empilhadores.

Os grupos profissionais com falta de trabalhadores mais frequente incluem técnicos de ciências e engenharia, trabalhadores dos ofícios da construção e trabalhadores da metalurgia e da maquinaria. No inquérito anual da France Travail aos empregadores sobre necessidades de recrutamento (BMO), mais de 6 em cada 10 empregadores previam dificuldades de recrutamento em 2024.

Grécia

Segundo o EURES, os grupos profissionais com maior falta de trabalhadores na Grécia são:

  • profissionais de saúde,
  • empregados de atendimento ao cliente,
  • operadores de instalações fixas e de máquinas.

A maioria das pessoas trabalha no comércio por grosso e a retalho e no alojamento e restauração. O turismo torna muitos empregos sazonais: as ilhas do Egeu Meridional, as ilhas Jónicas e Creta precisam de muito pessoal extra em hotéis, restaurantes, catering e animação na primavera e no verão. Os trabalhadores sazonais do turismo têm direito a ser readmitidos na época seguinte.

Há mais candidatos do que vagas entre profissionais das áreas jurídica, social e cultural, profissionais de ciências e engenharia e professores – por isso, os diplomados nestas áreas enfrentam muita concorrência. O desemprego também varia muito de região para região: é mais baixo no Egeu Meridional e mais alto na Macedónia Ocidental.

Hungria

Segundo a informação do EURES sobre o mercado de trabalho (publicada em 2025), os grupos profissionais com maior falta de trabalhadores na Hungria em 2024 eram:

  • trabalhadores da construção e ofícios afins (exceto eletricistas),
  • trabalhadores dos serviços pessoais,
  • trabalhadores não qualificados das minas, da construção, da indústria transformadora e dos transportes.

Entre os setores que deverão crescer estão as energias renováveis, a indústria automóvel, a farmacêutica e a química, as TI e a tecnologia, o turismo e a hotelaria, e os transportes e a logística.

Em 2023, as taxas de vagas de emprego foram mais altas nas atividades administrativas e de apoio (4,9%), na saúde e apoio social (3,9%) e na educação (2,5%). A agricultura também emprega trabalhadores sazonais – em média 35 500 por mês em 2023.

Irlanda

Segundo o EURES, a maior falta de trabalhadores na Irlanda está entre os profissionais de ciências e engenharia, os profissionais de TIC e os profissionais de saúde. O EURES aponta também falta de competências em:

  • saúde e cuidados – enfermeiros, auxiliares de saúde, cuidadores em lares,
  • TI e engenharia – programadores, engenheiros de várias áreas,
  • finanças e gestão – contabilistas; gestores de recursos humanos, finanças, logística e produção em biociências,
  • construção e indústria – trabalhadores da construção, operários fabris.

A Critical Skills Occupations List do governo (lista de profissões com competências críticas) – empregos altamente qualificados com muita procura e nem sempre disponíveis entre a mão de obra residente – abrange funções em medicina, TIC, ciências, finanças e gestão.

Os setores com as taxas de vagas mais altas são a saúde e o apoio social, a educação, as artes e o lazer, a administração pública e os serviços administrativos. Também há trabalho sazonal: em 2025, a apanha de fruta empregou cerca de 40 000 pessoas.

Islândia

O melhor indicador oficial de onde os empregadores estão a contratar é a taxa de vagas de emprego. Segundo o EURES, os setores com as taxas de vagas mais altas são:

  • saúde e apoio social,
  • educação,
  • artes, espetáculos e atividades recreativas,
  • administração pública e defesa,
  • serviços administrativos e de apoio.

Os setores que mais empregam são o comércio por grosso e a retalho (18,5% dos empregos), a indústria transformadora (15,2%), a construção (11,8%) e o alojamento e restauração (11,4%).

As vagas no setor público – na saúde, na educação, na investigação, na administração e em funções especializadas – são publicadas na bolsa de emprego do Estado, Starfatorg; quando a consultámos em outubro de 2026, tinha 176 vagas abertas.

Para recém-licenciados, a saúde, a educação e os serviços públicos são as áreas mais promissoras – e saber islandês é uma grande vantagem em qualquer área.

Itália

Os empregadores italianos têm mesmo dificuldade em contratar. No inquérito aos empregadores citado pelo EURES (outubro–dezembro de 2024), o recrutamento foi difícil em 49,3% de todas as procuras de pessoal – 66,2% para trabalhadores qualificados e 52,4% para profissões técnicas. Os empregos mais difíceis de preencher:

  • ofícios qualificados da metalurgia – fundidores, soldadores, funileiros, caldeireiros, montadores de serralharia (79,0% difíceis de encontrar),
  • informática e engenharia – analistas e projetistas de software, engenheiros eletrónicos, técnicos de programação e especialistas em inteligência artificial, análise de dados e cibersegurança,
  • técnicos e construção – técnicos especializados, trabalhadores da construção e mecânicos (p. ex. no Véneto), profissionais STEM (p. ex. no Piemonte).

Para recém-licenciados, a plataforma nacional SIISL indica atualmente contabilistas, pessoal administrativo, enfermeiros, técnicos comerciais e de distribuição e farmacêuticos entre os perfis mais procurados.

Em volume, é o turismo que oferece mais empregos (245 000 contratações previstas nesse inquérito), seguido do comércio (207 000). O trabalho no turismo é muito sazonal, sobretudo no sul e nas ilhas.

Letónia

A Letónia tem uma lista oficial de profissões com falta significativa de mão de obra prevista – empregos para os quais os empregadores podem convidar trabalhadores do estrangeiro (Regulamento do Conselho de Ministros n.º 108 de 2018, em vigor até dezembro de 2027). Abrange:

  • TIC – analistas de sistemas, programadores, administradores de bases de dados, gestores de serviços informáticos,
  • engenharia – engenheiros eletrotécnicos, eletrónicos, civis, de pontes, ferroviários e de águas; engenheiros industriais, de produção e de robótica, técnicos de soldadura,
  • ciência e finanças – investigadores, físicos, químicos, matemáticos, estatísticos, analistas financeiros e de risco,
  • aviação e transporte marítimo – pilotos, técnicos de manutenção de aeronaves, mestres de embarcações de pesca.

A informação do EURES sobre o mercado de trabalho na Letónia (2025) acrescenta falta de trabalhadores qualificados da construção, trabalhadores da metalurgia e da maquinaria e profissionais de saúde. As áreas em crescimento incluem serviços informáticos, cibersegurança, comércio eletrónico, fintech e saúde. Há mais candidatos do que empregos para técnicos de nível intermédio de negócios e administração e na transformação alimentar, na marcenaria e na confeção.

Os salários mais altos são nas TIC e nas finanças, e para especialistas e quadros dirigentes na indústria transformadora.

Listenstaine

No seu relatório sobre a falta de mão de obra (maio de 2024), o Governo do Listenstaine indica três áreas onde faltam profissionais qualificados específicos:

  • profissões STEM (MINT – matemática, informática, ciências naturais, tecnologia),
  • cuidados e enfermagem,
  • educação – sobretudo professores.

O número de vagas aumentou: de uma média de 820 vagas em aberto em 2017 para 885 em 2023, e no fim de janeiro de 2024 estavam registadas 939 vagas no AMS FL.

Como tantos empregos são ocupados por trabalhadores transfronteiriços, muitas vezes faz sentido olhar para o Listenstaine juntamente com as regiões vizinhas da Suíça e da Áustria – muita gente vive lá e trabalha no Listenstaine.

Lituânia

O Ministério da Economia e Inovação tem uma lista oficial de profissões de elevado valor acrescentado com falta de trabalhadores (última versão em vigor desde 10 de junho de 2026). Abrange:

  • informática – programadores de software, administradores de sistemas, analistas de dados, especialistas em segurança informática e redes,
  • engenharia – engenheiros mecânicos, químicos, aeronáuticos, de soldadura e de robótica,
  • eletrónica e engenharia eletrotécnica – engenheiros e técnicos,
  • ciência e gestão – químicos, especialistas farmacêuticos e de controlo de qualidade, engenheiros-chefes, gestores de I&D,
  • design – designers gráficos, multimédia e de publicidade.

A informação do EURES sobre o mercado de trabalho na Lituânia (2025) indica também falta de operadores de máquinas, trabalhadores qualificados da construção, motoristas de pesados para transporte internacional, soldadores, eletricistas, canalizadores e gestores de logística. Há mais candidatos do que empregos para trabalhadores administrativos, serventes da construção e motoristas de automóveis e táxis.

Polos regionais: Vílnius para informática, biotecnologia e fintech; Kaunas para componentes automóveis, eletrónica, metalurgia e logística; Klaipėda para o porto, a indústria petroquímica e o turismo.

Luxemburgo

O serviço público de emprego ADEM publica uma lista oficial de profissões muito procuradas (métiers en pénurie). A lista mais recente baseia-se em dados de 2025 e foi publicada em 2026. Abrange:

  • finanças e banca – análise de crédito, gestão de risco bancário, relação com clientes, negociação nos mercados financeiros,
  • informática – administração de bases de dados, cibersegurança, desenvolvimento de software, arquitetura cloud, business intelligence,
  • engenharia e I&D industrial – automação, aeroespacial, automóvel, energias renováveis, gestão da qualidade,
  • saúde – enfermeiros (incluindo enfermagem geriátrica e psiquiátrica) e auxiliares de ação direta,
  • construção e ofícios – telhadores, instaladores de painéis solares, bate-chapas,
  • trabalho social e educação – educadores de infância, assistentes sociais,
  • serviços jurídicos e profissionais – consultores jurídicos, especialistas fiscais, auditores, analistas financeiros.

Um dos critérios para entrar na lista é haver em média pelo menos 7 vagas por mês. Segundo o EURES, as áreas em crescimento incluem também ciência de dados, energias renováveis, construção sustentável e finanças verdes.

Malta

Segundo o EURES (fevereiro de 2025), os grupos profissionais com maior falta de pessoal em Malta são:

  • técnicos de nível intermédio de negócios e administração,
  • profissionais das áreas jurídica, social e cultural,
  • trabalhadores dos serviços pessoais.

Os setores com as taxas de vagas mais altas são as indústrias extrativas (6,4%), informação e comunicação (4,5%), alojamento e restauração (3,9%) e atividades de consultoria, científicas e técnicas (3,5%).

Como há tão poucas pessoas à procura de emprego, os empregadores recorrem cada vez mais a trabalhadores do estrangeiro. Para recém-licenciados, isto aponta para a informática, os negócios e os serviços profissionais; os hotéis e restaurantes oferecem também trabalho ocasional e de verão, que podes filtrar no portal de vagas da Jobsplus.

Noruega

No inquérito às empresas de 2026 (Bedriftsundersøkelsen, maio de 2026), o Nav – serviço público de emprego da Noruega – estima que faltam às empresas norueguesas cerca de 34 000 trabalhadores. As maiores carências:

  • saúde e cuidados – 9 200 pessoas, sobretudo auxiliares de saúde (helsefagarbeidere, 3 650) e enfermeiros (1 850),
  • indústria – 5 750 pessoas,
  • construção – 4 750 pessoas, em especial carpinteiros e marceneiros (1 150) e eletricistas (1 110).

A falta é maior na província de Vestland (6 300), em Rogaland (3 750) e em Nordland (2 950).

O EURES aponta também os trabalhadores da construção (exceto eletricistas), os especialistas em ciências e engenharia e os professores como os grupos com carências mais frequentes, e ainda faltas regionais de enfermeiros, auxiliares de saúde, médicos especialistas, cozinheiros, eletricistas e soldadores. Há mais candidatos do que vagas para empregados de limpeza e ajudantes, trabalhadores não qualificados e administrativos.

Para recém-licenciados, as melhores hipóteses estão na saúde, na engenharia e no ensino.

Países Baixos

Segundo a informação do EURES sobre o mercado de trabalho, os Países Baixos têm falta persistente de pessoal nos cuidados, na educação, no setor público, nas TIC e na tecnologia. As profissões em falta incluem:

  • saúde e cuidados – cuidadores e enfermeiros,
  • educação – professores do ensino básico,
  • TIC – programadores e especialistas em segurança,
  • trabalhos técnicos e ofícios – mecânicos, montadores e trabalhadores qualificados da construção,
  • trabalho de escritório – técnicos de nível intermédio de negócios e administração,
  • profissionais de ciências e engenharia.

Muitos especialistas em informática e outras áreas trabalham para empresas de cedência de pessoal (detacheringsbureaus), que contratam pessoas e as colocam em empresas clientes.

Para recém-licenciados, as melhores hipóteses estão nas TIC, na engenharia, na saúde e na educação – áreas onde os empregadores têm dificuldade em encontrar pessoas suficientes.

Polónia

A previsão oficial das necessidades de trabalhadores é o Barómetro das Profissões (Barometr zawodów), preparado pelo Centro Regional de Emprego de Cracóvia para o Ministério da Família, do Trabalho e da Política Social. Para 2026 indica 17 profissões com falta de pessoal em toda a Polónia:

  • saúde e cuidados – médicos, enfermeiros e parteiras, psicólogos e terapeutas, cuidadores de idosos e de pessoas com deficiência,
  • educação – professores de disciplinas gerais e de línguas estrangeiras, professores de disciplinas profissionais, formadores de formação profissional prática, professores de educação especial e inclusiva,
  • transportes e logística – motoristas de camiões e de veículos articulados, motoristas de autocarro, operadores de armazém,
  • construção e ofícios técnicos – montadores de instalações, operadores e mecânicos de máquinas de movimentação de terras, soldadores, eletricistas e técnicos de engenharia de energia,
  • outras – contabilistas certificados e militares das forças armadas.

Há barómetros próprios para cada região (voivodia) e para os distritos (powiaty), por isso consulta o da cidade que te interessa.

Muitos destes empregos exigem qualificações específicas. Nas profissões regulamentadas – como médicos, enfermeiros ou professores – primeiro tens de obter o reconhecimento das tuas qualificações (ver abaixo).

Portugal

Segundo o EURES, os grupos profissionais com maior falta de pessoal em Portugal são os profissionais de saúde, os trabalhadores da metalurgia, da metalomecânica e afins e os especialistas em tecnologias da informação e comunicação (TIC). Profissões referidas com frequência:

  • saúde – enfermeiros e parteiras, médicos de clínica geral e especialistas, fisioterapeutas,
  • engenharia e informática – engenheiros civis, especialistas em informática e programadores de software (sobretudo em Lisboa e no Alentejo),
  • ofícios qualificados – soldadores e operadores CNC (Norte), instaladores de linhas elétricas, mecânicos de máquinas agrícolas e industriais, trabalhadores da construção como carpinteiros, canalizadores e eletricistas,
  • transportes e serviços – motoristas de autocarro e de elétrico, operadores de contact center que falem francês ou espanhol (Norte).

Há mais candidatos do que vagas entre os técnicos de nível intermédio das áreas empresarial e administrativa, os especialistas das áreas jurídica, social e cultural e os vendedores.

O turismo é muito sazonal, sobretudo no Algarve, e as explorações agrícolas da região precisam de apanhadores de fruta de fevereiro a junho. O setor da informação e comunicação tem a maior taxa de vagas de todos os setores.

Reino Unido

Duas listas oficiais de imigração mostram onde o governo vê falta de pessoal:

  • a Immigration Salary List (atualizada em novembro de 2025) – p. ex. gestores de cuidados, cuidadores seniores e auxiliares de enfermagem, pedreiros, telhadores, carpinteiros e marceneiros, soldadores, técnicos de laboratório e de farmácia, biólogos, designers gráficos e multimédia, músicos e bailarinos,
  • a Temporary Shortage List (publicada em julho de 2025) – empregos de qualificação média, como técnicos de laboratório e de operações informáticas, administradores de bases de dados, eletricistas, canalizadores, soldadores, mecânicos de automóveis, encarregados de obra, analistas de dados e gestores de logística.

As duas listas contam sobretudo se precisares de um Skilled Worker visa: os empregos que lá constam podem ser aceites com um salário mais baixo ou um nível de qualificação inferior. No geral, a procura de pessoal está a arrefecer – havia 702 000 vagas em junho–agosto de 2026 e o número de trabalhadores por conta de outrem desceu 101 000 nos doze meses até julho de 2026, por isso planeia bem a tua procura e candidata-te a muitos lugares.

República Checa

Segundo a informação sobre o mercado de trabalho do Serviço de Emprego da República Checa, publicada pelo EURES em 2025, os grupos profissionais com maior falta de pessoal em 2024 foram os operadores de máquinas e instalações, os trabalhadores da construção e ofícios afins e os profissionais de saúde. Os empregadores procuram sobretudo:

  • engenharia e indústria – engenheiros, soldadores, operadores CNC, ferramenteiros, montadores,
  • construção – construtores, pedreiros, trabalhadores da construção e profissionais qualificados de ofícios,
  • saúde – médicos, enfermeiros, técnicos de saúde,
  • informática – programadores, especialistas em desenvolvimento de software, especialistas em cibersegurança,
  • transportes – motoristas de pesados, operadores de empilhadores.

Há diferenças regionais: Praga precisa de especialistas em TIC e de trabalhadores de apoio na construção, na indústria e nos transportes, enquanto a Morávia do Sul procura especialistas em desenvolvimento de software, analistas de dados e engenheiros.

Nos empregos de escritório há mais concorrência: há mais candidatos do que vagas entre os profissionais das áreas jurídica, social e cultural e entre os técnicos de nível intermédio de negócios e administração – na região de Olomouc, por exemplo, havia 19 candidatos por cada vaga de trabalhador administrativo.

Roménia

O panorama mais recente das carências à escala da UE – o relatório EURES sobre escassez e excedentes de mão de obra 2025 (Autoridade Europeia do Trabalho, junho de 2026) – indica para a Roménia muitas profissões, entre elas:

  • informática – programadores de software e de aplicações, analistas e administradores de sistemas, especialistas em bases de dados e redes, técnicos de apoio de TIC e gestores de serviços,
  • engenharia – engenheiros civis, eletrotécnicos e mecânicos, arquitetos,
  • saúde e cuidados – enfermeiros, fisioterapeutas, auxiliares de saúde,
  • construção – pedreiros, carpinteiros e marceneiros, canalizadores e tubistas, telhadores,
  • hotelaria e alimentação – chefes de cozinha, cozinheiros, padeiros e pasteleiros, talhantes, gerentes de hotéis e restaurantes,
  • transportes – motoristas de pesados; motoristas de ligeiros, táxis e carrinhas,
  • negócios – contabilistas, diretores financeiros, especialistas em marketing, relações públicas e recursos humanos.

Para recém-licenciados, a procura mais bem documentada está na informática, na engenharia, na saúde e nos serviços às empresas. Na maioria dos empregos, saber romeno faz uma grande diferença.

Suécia

A Arbetsförmedlingen, o serviço público de emprego da Suécia, avalia regularmente onde os empregadores têm dificuldade em recrutar. No relatório «Var finns jobben?» (junho de 2025), as carências mais claras estão em:

  • saúde (hälso- och sjukvård) – na análise de 2026, a Arbetsförmedlingen prevê as maiores faltas até 2035 entre auxiliares de enfermagem, cuidadores e assistentes pessoais e entre enfermeiros,
  • informática (data/it),
  • ensino (pedagogiskt arbete),
  • instalação, operação e manutenção (installation, drift och underhåll).

As carências concentram-se mais nas províncias do norte da Suécia. O EURES aponta também os profissionais de saúde, os técnicos de saúde de nível intermédio e os trabalhadores da construção (exceto eletricistas) como os grupos com carências mais frequentes.

A concorrência é maior nas vendas, compras e marketing, nos transportes, no trabalho social e na cultura, media e design. A mais longo prazo, a Arbetsförmedlingen estima que a Suécia vai precisar de mais 200 000–300 000 trabalhadores até 2035, conforme os pressupostos.

Para recém-licenciados, as melhores hipóteses estão na saúde, na informática e em empregos técnicos. Na informática e na engenharia o inglês às vezes chega – nas outras áreas, o sueco faz uma grande diferença.

Suíça

Os empregadores suíços estão a contratar: no segundo trimestre de 2026, as empresas comunicaram 98 700 vagas, e 33,9% delas disseram ter dificuldade em recrutar pessoal qualificado (Serviço Federal de Estatística). As vagas na indústria e na construção subiram 21,8% num ano, enquanto as dos serviços desceram 2,4%.

O portal para PME da Secretaria de Estado da Economia (SECO) indica, com base no Swiss Job Market Index (Adecco e Universidade de Zurique), o maior crescimento de anúncios de emprego no segundo trimestre de 2026 em:

  • profissões de saúde de nível universitário – médicos, enfermeiros, farmacêuticos (+17%),
  • ofícios qualificados e indústria (+12%),
  • trabalho de escritório (+9%),
  • especialistas em informática (+6%).

Onde há mais concorrência: nas profissões com uma taxa de desemprego de 5% ou mais, os empregadores têm de comunicar primeiro as vagas ao serviço público de emprego, e quem está inscrito num centro regional de emprego (RAV) tem vantagem. Em 2026, isto aplica-se, por exemplo, ao pessoal de limpeza e auxiliar, aos cozinheiros e aos trabalhadores não qualificados da construção.

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Perguntas frequentes sobre candidatura e entrevista

Principais números: Eurostat (população a 1 de janeiro de 2026; taxas de desemprego e de emprego de 2025; salários mínimos em julho de 2026); para o Reino Unido – Office for National Statistics (instituto de estatística britânico); para o Listenstaine – estatísticas nacionais. Informação por país: EURES – Condições de vida e de trabalho, serviços públicos de emprego e os sites oficiais do governo indicados em cada país. As regras, os limiares e os montantes podem mudar – confirma nas fontes oficiais antes de te mudares. Atualizado: outubro de 2026.

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